A sorte chega a todo o lado

abril 19, 2018
Já pensaste na sorte que tens?

Há dias em que parece que temos uma nuvem negra sob as nossas cabeças, outros em que parece que finalmente encontrámos o pote de ouro no final do arco-íris. Com o passar o tempo e com algumas experiências, percebi que era inútil continuar à procura de trevos de quatro folhas enquanto a vida passava por mim. É bom chamar a sorte com ferraduras à porta de casa, há quem acredite que os amuletos têm esse poder de emanar energia positiva e de nos proteger dos azares - dizem que o poder é ainda maior se o amuleto for oferecido. 


O que eu acho é que nos dá uma crença tal que chamamos nós mesmos as energias positivas para o nosso caminho. Chamamos a sorte ao andarmos confiantes com um trevo seco entre as páginas de um livro. Leste o que eu escrevi ainda agora? Confiantes. Talvez se acreditarmos mais as coisas realmente aconteçam, porque se o quisermos realmente, elas acabam por se meterem no nosso caminho. Há que ser persistente e paciente. 

Talvez a sorte já se tenha cruzado contigo. Não é propriamente preciso ganhares o euromilhões para que isso se prove, pequenas coisas como encontrar uma nota no chão, encontrar um amigo que não vemos há muito, conseguirmos um bom emprego, ganharmos um brinde, e a lista podia continuar. Isso não é sorte, ter o que temos? 

Quantas vezes já calhou em conversa em que alguém te diz "tens tanta sorte...". Talvez o que tu achas pouco seja sorte para outros. 



Nesta fotografia tenho o meu mais recente trevo de quatro folhas, encontrado e oferecido pelo meu irmão numa casual tarde de inverno pelo parque. 

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